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G1: Pacientes compram materiais, remédios e são atendidos no chão de hospital no AP.

Acompanhantes e pacientes relataram o drama que vivem no maior pronto-socorro do Amapá; pacientes reclamam da lotação e da falta de medicamentos no Hospital de Emergência da capital, Macapá.

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No G1/AP - Doentes “internados” nos corredores, falta de medicamentos, de materiais básicos e a suspensão de exames são alguns dos problemas enfrentados por pacientes e acompanhantes no Hospital de Emergência (HE) de Macapá, o maior pronto-socorro do Amapá.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou que os pacientes nos corredores decorrem da alta demanda de atendimento. A pasta destaca que trabalha com uma comissão de técnicos que desenvolvem estudos para a construção de um novo hospital, na Zona Norte.

Já em relação aos medicamentos e materiais, como luvas, máscaras, seringas e escalpes, a compra já foi efetuada. Sobre os exames, a expectativa da Sesa é que as atividades sejam normalizadas ainda nesta semana.

Enquanto nenhum desses problemas é resolvido, os pacientes e acompanhantes relatam que precisam comprar os próprios materiais e remédios para manter o tratamento dos pacientes, fora os custos com a realização de exames em clínicas particulares.

O autônomo Jorge Ivan Moraes, de 41 anos, acompanha a esposa Gilmara de Jesus, de 29, que está internada há duas semanas após descobrir um tumor na região do reto. Indignado com a realidade que encontrou no HE, ele filmou atendimentos feitos nos corredores. (Veja o vídeo acima)

“Essa situação é muito triste e todos os pacientes estão passando por isso. O pronto-socorro não tem antibióticos, não tem luvas, não tem máscaras e outros materiais. Os exames estão suspensos. Isso é deplorável”, disse, revoltado.

Moraes destaca que tem gastado dinheiro com transporte atrás de exames e medicamentos, além dos custos das compras e pagamentos de serviço médico particular. O autônomo disse que pretende entrar com uma ação judicial por causa do constrangimento que tem passado com a esposa.

“Vamos entrar com uma ação na Justiça para pedir uma intervenção do Ministério Público, para fiscalizar e mostrar a situação desumana no Hospital de Emergência. Os corredores estão lotados e algumas salas não tem climatização”, continuou.

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G1: Pacientes compram materiais, remédios e são atendidos no chão de hospital no AP. G1: Pacientes compram materiais, remédios e são atendidos no chão de hospital no AP. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on terça-feira, novembro 20, 2018 Rating: 5

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