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Há 4 anos sem reajuste salarial, professores estaduais deflagram greve no AP.

Os professores da rede estadual de ensino do Amapá deflagraram greve por tempo indeterminado, a partir da próxima quarta-feira (4). Aulas foram suspensas na capital e interior. Profissionais da educação estão há 4 anos sem reajuste salarial e revindicam cerca de 60% de reposição, além do pagamento integral dos vencimentos que estão parcelados desde 2015; valorização profissional; plano de saúde e gestão democrática.


Atualizado em 31/03/2018, às 8 h 23 min --- Em assembleia geral da categoria, na Escola Azevedo Costa, no bairro do Laguinho, os profissionais da educação decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir de quarta-feira (4). Eles alegam que desde 2011 os professores têm perdas salariais que ultrapassam os 60%.

O Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap) comunicou, em nota, nesta segunda-feira (26) que recebeu com surpresa e indignação o anúncio de reajuste de 2,8%, feito por representantes do governo Waldez. O Sindicato lembra que a proposta sequer contempla os índices estabelecidos pela portaria do MEC e IPCA, e considera o percentual uma afronta aos servidores públicos da Educação, que estão há 3 anos sem reajuste.

Segundo o Sinsepeap, no site da Instituição, "o governador [Waldez] se acovarda e não responde a ofício para diálogo com os professores 28.03.2018".

Até esta manhã de quarta-feira (28), o governador não havia se manifestado sobre a possibilidade de diálogo com os profissionais da Educação. Segundo o Sinsepeap, durante todo o ato desta terça-feira (27), o governo manteve-se de portas fechadas para a categoria, que oficializou e protocolou no fim da manhã, as reivindicações da classe, solicitando participação na mesa de negociação. Não houve resposta, e, sem diálogo, decidiram pela greve geral.

O sindicato pede reposição das perdas da categoria da Educação, o que compreende um reajuste aproximado de 60%, valorização profissional (promoção do professor classe A); saúde do trabalhador (plano de saúde); e gestão democrática (catálogo de cursos para tratativas das demandas).

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Há 4 anos sem reajuste salarial, professores estaduais deflagram greve no AP. Há 4 anos sem reajuste salarial, professores estaduais deflagram greve no AP. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quarta-feira, março 28, 2018 Rating: 5

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