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Deputado sugere que aliança PSB-PSOL depende do prefeito de Macapá.

Diante da repercussão da matéria “Aliança entre PSB/PT/PSOL avança e enfraquece Davi e Waldez” o presidente do PSOL-AP, Djalma do Espírito Santo, se manifestou e contestou a aliança tendo o PSOL junto com PT/PSB visando o governo no pleito deste ano. Ele mandou mensagem do deputado Paulo Lemos (PSOL-AP) no qual atribui ao prefeito de Macapá o rumo que a legenda irá tomar nessa eleição.


O presidente psolista enviou ao DMM comentário expondo a posição do deputado Paulo Lemos sobre o tema, o qual sugere que possibilidade do PSOL apoiar candidatura do senador João Capiberibe (PSB-AP) ao governo, depende da palavra final do prefeito, Clécio Luís, da REDE.

---‘Com relação a eleição majoritária de governo, caso [Capiberibe] decida sair após Consulta [Popular], não temos como lhe apoiar. PSOL compõe a gestão municipal do prefeito Clécio e irá dialogar com ele os rumos do partido na eleição para o governo’--- esclareceu o deputado.
Em entrevista a emissora de rádio do jornalista Luiz Melo, na manhã desta terça-feira (13), Paulo Lemos voltou a reafirmar que não existe possibilidade alguma do PSOL apoiar a candidatura do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) ao governo do Estado. A Executiva do PSOL nacional veda qualquer aliança com partidos de direita.

---‘De fato há essa vedação, da qual discordo, mas temos que obedecer. Acho que a questão ideológica é diferente no Amapá é diferente da realidade nacional; é um estado pequeno, todo mundo conhece todo mundo; eu sou amigo do Davi, tenho o maior respeito por ele, no entanto partidariamente há essa vedação; mas estamos brigando para conseguir reverter isso. Essa disputa ideológica de esquerda, direita e centro-direita é muito forte e a gente tem que considerar a questão ideológica, mas sem esquecer que no Amapá o PSOL compõe a coligação com o governo Clécio, que apóia o Davi Alcolumbre’--- ponderou.

Lemos descartou também a possibilidade de vir apoiar o governador Waldez Góes (PDT-AP). “Aqui no Amapá eu sou oposição ao governador Waldez desde o primeiro dia de mandato e faço uma oposição responsável, por isso é praticamente zero coligar com o PDT no Amapá’’.

Caso a aliança entre PT/PSB/PSOL venha de fato se consolidar, mais pela articulação nacional do que local, esta Coligação terá cerca de 5 minutos de programa eleitoral no quadro majoritário. Esse dado pode preocupar os adversários, pois é tempo considerado e bastante confortável para mostrar na TV obras relevantes.

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Deputado sugere que aliança PSB-PSOL depende do prefeito de Macapá. Deputado sugere que aliança PSB-PSOL depende do prefeito de Macapá. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on terça-feira, março 13, 2018 Rating: 5

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