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CS: 'Um ano após chacina em Santana, polícia ainda tenta identificar assassinos'.

Delegado Jurandir Bentes preside o inquérito que investiga a chacina do Hospitalidade, ocorrida em 27 de outubro de 2016 quando três jovens foram chacinados em Santana. Arinaldo chegou a correr e foi levado ao hospital, mas não resistiu Os irmãos Bruno e Jacildo foram assassinados juntos. Quatro jovens foram executados nesse dia e apenas um deles tinha ficha criminal por furto.


No Correio de Santana.

Era 1h19 da madrugada de 27 de outubro de 2016 quando um carro parou a alguns metros de um grupo de jovens que bebia na calçada de um estabelecimento comercial fechado, na esquina da Avenida Presidente Kennedy com a Rua Rui Barbosa, no bairro Hospitalidade, em Santana. Do veículo descem quatro homens fortemente armados, vestidos de preto encapuzados. A ação criminosa durou apenas alguns segundos. A maioria dos tiros atingiu as cabeças das vítimas.

Naquela madrugada, Ozeias Lacerda Pinheiro, de 19 anos, e os irmãos Bruno Cavalcante Brito e Jacildo Oliveira Brito Júnior, de 20 e 17 anos, respectivamente, morreram no local. Arinaldo Anjos Dias, de 20 anos, morreu logo depois de dar entrada no Hospital de Emergência de Santana. Todos eram moradores do bairro e apenas um deles tinha antecedentes criminais, por furto.

Um ano depois do crime, ninguém foi preso. Só resta uma certeza sobre a investigação: os assassinos eram profissionais treinados. Cápsulas de diversos calibres, para armas de curto e longo alcance, foram achados no local do crime. Entretanto, nenhuma digital ou qualquer outro indício que ligasse a cena do crime a um dos suspeitos foi encontrada.

Mais de 20 pessoas, entre suspeitos e testemunhas, foram ouvidas e tiveram ligações telefônicas interceptadas após as execuções. Contudo, nenhuma delas chegou a ser detida. “Eles sabiam manusear as armas com muita destreza. A quantidade de tiros que atingiu cada vítima mostra que eles tinham muita habilidade”, confirmou o delegado responsável pelo caso, Jurandir Bentes.
De acordo com ele, a melhor pista até aqui é o modelo e a cor do carro usado pelos atiradores para chegar, cometer as execuções, e fugir da cena do crime. Era um New Fiesta, de cor vermelha. O veículo aparece no horário e perímetro do crime em várias filmagens. Contudo, não foi possível identificar o proprietário porque a placa não foi visualizada nas imagens das câmeras de segurança de residências próximas ao local. Até a perícia da Polícia Federal analisou as filmagens, mas não conseguiu descobrir a numeração.

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CS: 'Um ano após chacina em Santana, polícia ainda tenta identificar assassinos'. CS: 'Um ano após chacina em Santana, polícia ainda tenta identificar assassinos'. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quinta-feira, outubro 26, 2017 Rating: 5

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