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Galileu: Fundamentalismo religioso pode ser tratado como doença mental.

Pesquisadora e neurocientista da Universidade de Oxford o fundamentalismo religioso poderá ser reconhecido como doença e tratado no futuro.


Da Revista Galileu.

O fundamentalismo religioso poderá um dia ser tratado como doença mental - e curado. Quem diz isso é Kathleen Taylor, pesquisadora em neurociência da Universidade de Oxford. A afirmação foi feita na última quarta-feira, 19, em um festival literário no Reino Unido.

Quando foi questionada sobre o futuro da neurociência, Kathleen afirmou que “uma das surpresas pode ser ver pessoas com certas crenças como pessoas que podem ser tratadas”, descreveu o jornal Times of London.

“Alguém que se tornou, por exemplo, radical em relação a uma ideologia - podemos deixar de ver isso como uma escolha pessoal resultante do puro livre-arbítrio e podemos começar a tratar isso como algum tipo de distúrbio mental”, disse a pesquisadora. “De várias formas isso pode ser uma coisa muito positiva porque sem dúvida as crenças em nossas sociedade podem provocar muitos danos.”

A autora deixou claro que não estava se referindo apenas ao fundamentalismo islâmico, mas também a cranças como a de que espancar crianças é aceitável.

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Galileu: Fundamentalismo religioso pode ser tratado como doença mental. Galileu: Fundamentalismo religioso pode ser tratado como doença mental. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on segunda-feira, setembro 25, 2017 Rating: 5

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