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Waldez é inocentado em ação por compra de votos.

Por falta de provas, a Justiça Eleitoral do Amapá julgou improcedente acusação de compra de votos contra o governador Waldez Góes (PDT). A decisão se estende ao ex-candidato à prefeitura de Macapá, Gilvam Borges (PMDB), que também foi acusado de compra de votos na eleição para a prefeitura, em 2016.


A decisão é do juiz Adão Carvalho, da 2ª Zona Eleitoral de Macapá, e foi proferida no último dia 3 de maio. De acordo com a denúncia do Ministério Público Eleitoral, na campanha eleitoral para a prefeitura, em 2016, o governador recebeu no Palácio do Setentrião representantes da Associação dos Sem Casa do Amapá. O MPE afirma que foram doados 900 lotes às famílias indicadas pela entidade.

O caso.

A promotora da 2a Zona Eleitoral Andréa Guedes, no calor das eleições de 2016, deu entrada em uma Ação Judicial Eleitoral contra o candidato a prefeito Gilvan Borges, do PMDB, e seu candidato a vice-prefeito, Adiomar Veronese, do governador Waldez Góes, e do presidente da Associação dos Sem Casa do Amapá (ASCEA), Carlos José Gomes da Silva (Açaituba).

Na ação, o Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) Ação de Investigação Judicial Eleitoral para apuração do uso indevido do poder político e de autoridade, poder econômico para captação ilícita de sufrágio pelo governador do Estado, Waldez Góes, e o presidente da Associação dos Sem Casa do Amapá (ASCEA),  Carlos José Gomes da Silva, em benefício dos candidatos a prefeito Gilvam Borges,  e a vice-prefeito, Adiomar Veronese, da Coligação Atitude e Trabalho por Macapá.

A promotora de Justiça da 2ª Zona Eleitoral, Andréa Guedes, que subscreveu a ação, informou que recebeu uma denúncia, contendo um áudio do presidente da ASCEA comunicando aos membros da Associação que participou de uma reunião com o governador Waldez Góes, onde o chefe do Executivo Estadual teria assumido o compromisso de doar 900 lotes de terras públicas à entidade.

Inocência.

No desfecho da ação em primeira instância, o juiz Adão Carvalho entendeu que não havia provas contra Gilvam, Adiomar e Waldez.  O MPE pedia a cassação do registro de candidatura e inelegibilidade por oito anos dos suspeitos no caso.

Com informações do MPE-AP.
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Waldez é inocentado em ação por compra de votos. Waldez é inocentado em ação por compra de votos. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quarta-feira, maio 10, 2017 Rating: 5



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