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Randolfe ganha destaque por estar fora da lista de Fachin.

A abertura de inquérito anunciada ontem (11), pelo STRF, contra vários políticos, mudou a rotina em Brasília, mas alguns poucos parlamentares estão em situação confortável por não ter nada a temer, entre eles, a do senador Randolfe Rodrigues (REDE) e do ex- ministro Ciro Gomes (PDT), além de Marina Silva (REDE).


Os dias não têm sido fáceis para os políticos em Brasília, a maioria deve estar à base de rivotril depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou a abertura de 74 inquéritos pedidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, referentes a autoridades com prerrogativa de foro e outros possíveis envolvidos a partir de informações obtidas em acordo de colaboração premiada de ex-executivos do Grupo Odebrecht.

Nomes conhecidos do grande público foram citados como os presidentes da Câmara Federal e Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), respectivamente. Sem falar na citação do presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP). São 29 senadores, 42 deputados federais.

Mas, diante de tantos alvos que levam os eleitores cada vez mais a descrença na política nacional, alguns nomes surgem como esperança por uma nova política. É o caso do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), nunca citado em escândalos de corrupção. É o caso também do ex-ministro e candidato a presidente, Ciro Gomes (PDT-CE) e da ex-senadora Marina Silva (REDE). nesta ordem, os presidenciáveis menos afetados pela lista do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

Em Brasília, Randolfe tem sido hostilizado por alguns parlamentares que são contra a atuação política dele contra a corrupção. O senador é relator da PEC 10/2013 que acaba com o foro privilegiado de mais de 37 mil autoridades brasileiras que possuem a prerrogativa, inclusive para presidente da República.

A PEC que ajudará a combater a corrupção está parada no Senado Federal porque teve um grande número de senadores contrários ao fim da proteção.

Há quinze dias, Randolfe apresentou, como Projeto de Lei, o texto alternativo elaborado pelo Procurador-Geral, Rodrigo Janot, sobre Abuso de Autoridade. Diferentemente do texto apresentado por Renan Calheiros, que demonstra caráter revanchista do Congresso Nacional aos avanços da Operação Lava-Jato e se concentra sobre autoridades de colarinho branco, o novo Projeto visa proteger cidadãos comuns dos abusos que acontecem diariamente em todo o país.

---'Com a lista divulgada por Fachin temos a certeza de que mais do que nunca é necessária a aprovação da matéria! Não podemos permitir que o abuso de autoridade, por exemplo, seja votado antes que a do foro como forma de reprimenda a juízes'--- disse à imprensa nessa quarta (12) em Brasília.


Em seus discursos na tribuna do Senado, o parlamentar amapaense sempre relata a importância de exaltar Projetos de Lei que são de iniciativa popular, como o Projeto original das “10 Medidas Contra a Corrupção”. Por isso fez duras críticas quando o projeto vindo da Câmara dos Deputados chegou com alterações em relação ao que foi proposto pela população, que contou com mais de 2 milhões de assinaturas: “O que chegou ao Senado é uma deturpação do Projeto original! Embutido no projeto está uma medida clara para criminalizar todos aqueles que estão na vanguarda do combate à corrupção”, afirmou o senador na época.

Diante de um cenário onde os alvos tentam barrar o combate à corrupção, o senador do Amapá se vê quase sozinho para tentar mudar leis que possam intimidar as ações de políticos que deixaram de pensar e planejar pelo povo.

Randolfe Rodrigues deve ter certeza do apoio da população brasileira, isso está claro nas manifestações que recebe diariamente em suas redes sociais, são comuns postagens com frases.

Como senador modelo diante de tanta corrupção, Randolfe está cada vez mais em situação confortável diante do eleitor. As evidências não deixam dúvida disso.

Atualizado em 12-04-2017, às 18h44'.

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Randolfe ganha destaque por estar fora da lista de Fachin. Randolfe ganha destaque por estar fora da lista de Fachin. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quarta-feira, abril 12, 2017 Rating: 5



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