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Diário do Amapá veicula "mentira e manipulação", diz professor.

Para docente da rede pública estadual, Maurício Araújo, "deveriam mudar o nome do jornal Diário do Amapá (DA) para "Diário da Globo".


Maurício Araújo rebateu editorial do maior jornal impresso do estado, Diário do Amapá, “Greve Geral é fraca em Macapá” assinada pelo jornalista Douglas Lima.

O docente sugere mudança no nome do Diário amapaense. “Deveriam mudar o nome do jornal Diário do Amapá (DA) para "Diário da Globo".

Para Araújo, o Diário do Amapá “não veicula nada menos do que mentira e manipulação em doses até mais cavalares do que o conglomerado capitalista de comunicações da família Marinho (Rede Globo)” quando fez a cobertura da Greve Geral desta sexta-feira (28) em Macapá.

A Rede Globo foi uma das ferramentas de manipulação que proporcionou o golpe parlamentar de 2016.

Leia o argumento de Maurício Araújo.

OPINIÃO - Diário do Amapá: cinismo, mentira e manipulação da imprensa amapaense

Mauricio Araújo·Sábado, 29 de abril de 2017

Deveriam mudar o nome do jornal Diário do Amapá para "Diário da Globo", pois não veicula nada menos do que mentira e manipulação em doses até mais cavalares do que o conglomerado capitalista de comunicações da família Marinho quando se propõe a “cobrir” manifestações da classe trabalhadora no país, mostrando não apenas a aversão mórbida dos empresários, da burguesia e da pequena burguesia ao povo pobre e trabalhador e suas lutas, mas a consciência de que suas mobilizações colocam em cheque o regime político de conjunto que lhes permite a construção de grandes fábricas, empresas de mídia e comunicação e, a partir disso, a acumulação do capital sob a exploração e expropriação dos trabalhadores com o consentimento do Estado por meio da legislação burguesa que institucionaliza a expropriação do povo e da classe trabalhadora.

A imprensa amapaense - que é apenas germe do monopólio privado da imprensa capitalista brasileira - pode mentir, manipular o quanto quiser, mas os trabalhadores, não somente do Amapá, mas do Brasil e do mundo estarão sempre nas ruas combatendo esse controle particular da imprensa por um punhado de empresários que atuam em função não da notícia ou da informação, mas tão somente do lucro - extraído de quem verdadeiramente produz e trabalha - como todo “bom” capitalista, fabricando e veiculando apenas o que interessa aos seus valores ideológicos subjetivos, mesquinhos e hiper atrasados de classe exploradora, justificando, dessa forma, seu ódio de classe pelos trabalhadores, por suas demandas, denúncias, lutas e, principalmente vitórias como a da grande greve geral deste 28 de abril que deu não um tapa, mas uma verdadeira e merecida surra no patronato explorador, anti-trabalhador, ultraconservador e golpista deste país. Outras já estão a caminho...

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Editorial do Diário do Amapá.

Greve geral é fraca em Macapá

Em todos os setores adesão é pouca.

Douglas Lima

Da Editoria

A greve geral em Macapá, pelo menos nas primeiras horas da manhã, foi fraca. A cidade acordou como se fosse num dia normal, contrariando a expectativa de pouco movimento, com todos os segmentos de trabalhadores parados contra as medidas do governo federal que afetam sobremaneira os interesses da Nação, principalmente dos menos favorecidos, atingindo principalmente o operariado e os aposentados.

Desfazendo a promessa de que os ônibus só começariam a circular a partir das 8h, algumas linhas amanheceram funcionando normalmente. Em alguns pontos, porém, muita gente ficou muito tempo nas paradas, esperando o coletivo que realmente só apareceu às 8h ou pouco depois.

A Universidade do Estado do Amapá (Ueap) parou. Ninguém entrou na instituição com os portões fechados. Na frente, sobre a calçada, um grupo de manifestantes que não chegava a 30 pessoas.

A Praça da Bandeira, para onde foi programada a principal concentração do movimento, pouca gente recebeu, pelo menos até às 9h. Um carro som, tocando ‘Pra não dizer que não falei de flores’, sucesso de Geraldo Vandré num dos períodos do governo militar brasileiro, era o que mais chamava a atenção no logradouro.

O comércio funciona praticamente em sua totalidade, as escolas particulares, também. A rede pública de ensino tem pouquíssimas escolas funcionando. O setor da educação, aliás, é um dos que mais marcam presença na greve geral.
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Vídeo.

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Diário do Amapá veicula "mentira e manipulação", diz professor. Diário do Amapá veicula "mentira e manipulação", diz professor. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on sábado, abril 29, 2017 Rating: 5



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