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Professores, alunos e organizações de luta dos trabalhadores protestam contra governo do Amapá.

Professores, alunos, organizações de luta dos trabalhadores e movimentos sociais realizaram um ato na manhã desta quarta-feira (17) em frente ao Palácio do Setentrião para cobrar do governador Waldez Góes (PDT) não apenas mais segurança nas escolas ante a recente onda furtos e invasões de criminosos às escolas da rede pública estadual, mas também melhorias nas condições de trabalho dos professores e estrutura para essas instituições de ensino.


Do site Mobilização Operária.


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Professores, alunos, organizações de luta dos trabalhadores e movimentos sociais realizaram um ato na manhã desta quarta-feira (17) em frente ao Palácio do Setentrião para cobrar do governador Waldez Góes (PDT) não apenas mais segurança nas escolas ante a recente onda furtos e invasões de criminosos às escolas da rede pública estadual, mas também melhorias nas condições de trabalho dos professores e estrutura para essas instituições de ensino.

O ato concentrou-se inicialmente na Praça da Bandeira a partir das 08h00. Em seguida, seguiu em caminhada diretamente para a frente do Palácio do Setentrião para pressionar o governo resolver imediatamente as problemáticas que envolvem as escolas da rede pública estadual que hoje sofrem diariamente com invasões e pilhagem por bandidos que não conformados com os furtos e roubos, ainda submetem professores, alunos e demais funcionários das escolas a um verdadeiro terror com ameaças de morte e espancamentos. Nesse sentido, os manifestantes também denunciaram energicamente o completo abandono das escolas pelo atual governo, ratificando nas denúncias a falta de estrutura nas instituições de ensino que se reflete, por exemplo, em salas de aula sem climatização, falta de merenda de qualidade com consequente redução dos horários de aula, falta de limpeza dos ambientes, falta de água, problemas com o transporte escolar dos alunos, falta de valorização dos profissionais da educação, entre outros.

O ato contou com participação expressiva de diversas escolas da rede pública do estado, sobretudo as que foram vítimas recentes da invasão de criminosos após o anúncio pelo governador Waldez de que os vigilantes não mais fariam a seguranças das escolas em razão do rompimento de contrato do governo com as empresas que prestavam o serviço de segurança às escolas, resultando na demissão de mais de mil pais de família que ainda amargam um calote brutal de pelo menos cinco meses de salários sem quaisquer perspectivas de recebê-los. Dessa forma, o que se sucedeu após a formalização dessa demissão em massa foram os arrombamentos e furtos generalizados nas escolas, em alguns casos com agressão física a professores, culminando dessa forma, em incontáveis protestos de professores e alunos de várias escolas públicas no estado.

A medida que impôs a demissão dos vigilantes é, na verdade, uma etapa importante do plano de ajuste do governo do estado que segue praticamente à risca as orientações do governo golpista de Michel Temer (PMDB) e este, por sua vez, recebe ordens expressas dos grandes monopólios capitalistas em crise que para manter a qualquer custo seus lucros impõem aos países periféricos como o Brasil um plano de ajuste fiscal que prevê cortes drásticos nos orçamentos públicos, congelamento salarial, não pagamento de quaisquer benefícios pecuniários, demissões, entre muitas outras medidas que, na prática, destroem direitos obrigando, dessa maneira, o trabalhador e a população geral a pagar inteiramente a conta da crise do modo de produção capitalista.

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Professores, alunos e organizações de luta dos trabalhadores protestam contra governo do Amapá. Professores, alunos e organizações de luta dos trabalhadores protestam contra governo do Amapá. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quinta-feira, agosto 18, 2016 Rating: 5

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