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Hoje falta o “basicão” no AP: remédios nos hospitais, merenda nas escolas, e combustível nas viaturas, diz ex-secretário.

O ex-secretário de Estado de Educação do Amapá, professor Adalberto Ribeiro explica os motivos para a falta de itens básicos na administração pública estadual. O educador publicou texto no início da tarde desta quarta-feira, 20, em uma rede social, sobre a atual crise que atinge sobretudo as famílias dos servidores públicos estaduais. 


Em texto postado no Facebook, intitulado “Falando de Política” ele argumenta de forma didática sobre os malefícios da “harmonia” para o cidadão amapaense.

 — Hoje falta o basicão no Estado do Amapá: 1) remédios nas unidades hospitalares e de saúde, 2) merenda nas unidades escolares, e 3) combustível nas viaturas de segurança. Tá faltando o básico — disse.

O professor afirma que quando surgiu a expressão HARMONIA foi no sentido de que os tempos de briga haviam acabado e que a união da classe política traria o bem para toda a população.

 — Numa linguagem direta e simples HARMONIA é um complô contra a população, na verdade. Sustentando esse arranjo tem-se a parte importante da poderosa mídia local, em especial àquelas vendidas, compradas, ou controladas por grupos políticos, que faz e desfaz reputações  — conceitua.

Ele assegura que como o arranjo “HARMÔNICO” é baseado em "jogo pesado" não sobra recursos para a sociedade.

 — Desta vez faltou inclusive para o funcionalismo público. Este já entendeu, me parece, o que é a HARMONIA. Ela é implacável — alerta.

O professor universitário conclui seu argumento afirmando que: "É na perspectiva do CONFLITO que se avança mais. Na HARMONIA é retrocesso!

Leia íntegra.

 —
Falando de P O L Í T I C A! - Adalberto Ribeiro

Quando surgiu há uns 15 anos atrás, no Amapá, a expressão HARMONIA, da boca de algumas autoridades mandatárias que chegavam ao poder em bloco, era no sentido de que os tempos de briga haviam acabado e que a união da classe política traria o bem para toda a população.

De lá pra cá ficou claro que a HARMONIA é um arranjo político-partidário-institucional que junta muitos partidos, a maioria de direita conservadora que não tem como drenar os parcos recursos do Amapá para a sociedade de modo geral.

Numa linguagem direta e simples HARMONIA é um complô contra a população, na verdade. Sustentando esse arranjo tem-se a parte importante da poderosa mídia local, em especial àquelas vendidas, compradas, ou controladas por grupos políticos, que faz e desfaz reputações.

Como o arranjo HARMÔNICO é baseado em "jogo pesado" não sobra recursos para a sociedade. Desta vez faltou inclusive para o funcionalismo público. Este já entendeu, me parece, o que é a HARMONIA. Ela é implacável.

O povão ainda não entendeu bem, acho! Mas aos poucos está compreendendo. Tomara!

Esse modelo pernicioso à sociedade não pode se sustentar em um cenário tão preocupante como o atual. Não é razoável que o Poder Executivo não consiga tirar do Poder Legislativo, por exemplo, aquilo que a ALAP não precisa. As "mães do renda" poderiam estar recebendo seus benefícios tão necessários às suas crianças.

Desconfiemos, muito, de grandes blocos de partidos reunidos para ganhar eleição ou reeleição. Depois terão que devolver os favores. Vai faltar nas políticas públicas.

Hoje falta o basicão no Estado do Amapá: 1) remédios nas unidades hospitalares e de saúde, 2) merenda nas unidades escolares, e 3) combustível nas viaturas de segurança. Tá faltando o básico. Para uma sociedade avançar é muito importante que haja a cobrança, esta sim, IMPLACÁVEL DA SOCIEDADE E DA MÍDIA sobre os gestores públicos. É assim que se avança, como sempre se avançou.

É na perspectiva do CONFLITO que se avança mais. Na HARMONIA é retrocesso!

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Hoje falta o “basicão” no AP: remédios nos hospitais, merenda nas escolas, e combustível nas viaturas, diz ex-secretário. Hoje falta o “basicão” no AP: remédios nos hospitais, merenda nas escolas, e combustível nas viaturas, diz ex-secretário. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quarta-feira, julho 20, 2016 Rating: 5

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