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Coluna Política.

Coluna Política, Renivaldo Costa 22/10/2015.

PLANTÕES
Mais de R$ 63 milhões. É quanto foi gasto somente com o pagamento de plantões médicos pelo governo, somente este ano. Aliás, a relação com os médicos sempre foi um sério gargalo desde os tempos de Janary. A denúncia é que recebem, mas não trabalham. Além disso, há um grupo que controla leitos, centro cirúrgico e tem tentáculos no parlamento. Parar essa turma não será tarefa fácil.

JUVENTUDE
Ganha força, entre a juventude do PDT, a indicação de Joelma Santos para assumir a Secretaria Extraordinária de Políticas para Juventude. Joelma tem preparo, contatos em Brasília e tinha sido cotada para assumir a pasta, no início da gestão. Mas entrou boi na linha.

PERSONA NON GRATA
Indicação da deputava Marcivânia para ocupar posto estratégico do governo em Santana não foi bem recebida por situação e oposição. O indicado era ligado ao PSB, mas é tido por lá como sujeito “problemático”. Já a situação, diz que até bem pouco tempo ele tripudiava o atual governo e não tem bagagem técnica pro posto. E agora, deputada?

INDEPENDENTE
O deputado Pedro da Lua foi enfático ao dizer esta semana que sua postura sempre foi de independência em ralação ao governo e ao próprio parlamento. Alguns deputados convidaram o parlamentar para ser líder do chamado “bloco independente”, mas ele declinou do convite. “Mantenho relações históricas com o governo Waldez e manterei minha coerência política”, justificou.


FOLCLORE POLÍTICO

As maiores mentiras da política brasileira
A política brasileira sempre foi pródiga em meias verdades, passadas de perna, falsas promessas. E também em trapaças, fraudes, falácias – algo que nós, eleitores, aprendemos a resumir simplesmente como mentiras. Relembre as maiores lorotas proferidas por nossos políticos desde a fundação da República. Aqui, elas não seguem uma ordem, da mais grave para a de menor gravidade. Há mentiras para todo gosto: a dissimulação do aliado para enganar o companheiro de partido; a promessa que não passou do discurso; o político que, na tentativa de se defender, “nega veementemente” o envolvimento em falcatruas – para, tempos depois, reaparecer com a surpresa: ele tinha toda culpa no cartório. São hábitos que fazem parte do jogo e que sempre existirão na zona cinzenta da política. Mas nunca é demais lembrar de como fomos enganados e, em um ano como este, até aprender algo com isso. Nem que seja a não nos iludirmos tanto com eles.
1- “O PIB passou para 1,5%”, Dilma Rousseff (2013).
2- “O governador usa o helicóptero para cumprir os compromissos”, Sérgio Cabral (2013).
3- “Vou cumprir o mandato até o final”, José Serra (2005).
4- “Silvio Santos não vai ser político”, Silvio Santos (1988).
5- “Só quero uma choupana e um cigarro de palha”, Itamar Franco (1991).
6- “É bom o PSDB ter José Serra para qualquer candidatura”, Aécio Neves (2013).
7- “Não houve mensalão”, Lula (2012).
8- “Renuncio quando Genoíno também deixar a CCJ”, Marco Feliciano (2013).
9- “Vou sair incólume”, Celso Pitta (1999).
10- “A viagem não foi para lazer ou turismo”, Henrique Alves (2013).
11- “O Delúbio deixou claro que não houve caixa dois”, José Dirceu (2005).
12- “Não sou mentiroso”, Demóstenes Torres (2012).
13- “Ganhei 200 vezes na loteria”, João Alves (1993).
14- “Sou agricultor. É dinheiro da venda de verduras”, José Adalberto Vieira da Silva (2005).
15- “No Brasil não há lugar para ditaduras”, Costa e Silva (1964).
16- “Eu não tenho conta na Suíça”, Paulo Maluf (2001).
17- “Estarei com Dilma em 2014”, Eduardo Campos (2012).
18- “A prioridade do meu governo é a reforma tributária”, Fernando Henrique Cardoso (1994).
19- “Era para comprar panetones”, José Roberto Arruda (2009).
20- “República no Brasil é coisa impossível”, Marechal Deodoro (1889).
21- “O painel eletrônico do Senado é inviolável”, Antônio Carlos Magalhães (2000).
22- “Vou acabar com os marajás”, Fernando Collor (1990).
23- “O governo não tem razões para ir ao FMI”, Delfim Netto (1980).
24- “Não tenho plano B. Meu partido é a Rede ou a Rede”, Marina Silva (2013).

25- “Não há acordo financeiro entre PTB e PT”, Roberto Jefferson (2004).
26- “O povo de Goiás vai ter orgulho de mim”, Carlinhos Cachoeira (2012).
27- “É apenas um forte resfriado”, Comunicado da junta militar (1969). Em agosto de 1969, o presidente Costa e Silva, adoecido, viajava de emergência ao Rio de Janeiro. No avião, seu rosto foi coberto com um lençol. Para encobrir a gravidade do problema, os militares disseram se tratar de uma gripe – por três dias.
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Coluna Política. Coluna Política. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on sexta-feira, outubro 23, 2015 Rating: 5

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