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Servidores do ‘1050’: promotor culpa ex-presidente de não resolver situação dos trabalhadores.

O promotor Moisés, candidato ao senado no pleito do ano passado, utilizou a rede social Facebook para criticar a postura do ex-senador pelo Amapá, e ex-presidente da República, José Sarney, em relação à demissão dos “1050” do quadro dos servidores públicos federais do Estado; a partir do próximo mês (outubro) o governo federal poderá não pagar os vencimentos de mais de 1 mil servidores que teriam ingressado no serviço público de forma irregular.

Moisés atribui parcela de culpa ao político maranhense pela situação enfrentada pelos "1050" trabalhadores do serviço público. “O nobre ex-senador, no mandato, durante os 8 anos de Fernando Henrique, com toda a força nos 12 doze anos de governo do PT, no qual mandou e desmandou, como Presidente do Senado da República e do Congresso Nacional, não resolveu o sofrimento dessas famílias”, disse o promotor.

Os “1050” fazem parte de um grupo que desde 1995 estão ameaçados de demissão. Na realidade eles são 1.149 servidores que há 20 anos enfrentam o drama do ‘olho da rua’.

O promotor diz que Sarney se utiliza da demagogia ao fazer o que a maioria dos políticos fazem: alimentar “falsas esperanças para receber os votos”. E que “agora, mais de 20 anos depois, fora do mandato, visita o Amapá prometendo se empenhar em resolver o problema. Será?”, desconfia.

O questionamento do promotor Moisés se deu em relação à agonia das famílias perante eminente demissão, e também, em decorrências da visita na última semana do ex-senador pelo Amapá. Sarney veio ao estado para acompanhar a retomada das obras do aeroporto de Macapá. Ele teria pegado 'carona' na esteira da pressão feita pelos senadores amapaenses, Davi Alcolumbre (DEM-AP), João Capiberibe (PSB-AP) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) junto ao governo federal para que a obra fosse reiniciada, aqui.

O promotor Moisés compara outras promessas de Sarney igualmente feita aos “1050” durante 20 anos. “Assim também foi [feito] com a construção da ponte que ligaria o Laranjal do Jari a Monte Dourado no Pará. Em todas suas vindas, principalmente nas campanhas à reeleição, prometeu concluí-la. Não concluiu. Aquela ponte ainda é de muita importância para o Estado, pois ligaria o Amapá, por terra, ao resto do Brasil”.

Em relação ao drama dos “1050”, advogados e juristas afirmam que o caso é irreversível e que do ponto de vista jurídico não há mais o que fazer no processo. O último recurso junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) seria uma ação rescisória, mas o prazo encerrou em abril deste ano.


Leia.

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Ele chega no momento em que novamente os trabalhadores públicos, conhecidos como 1050, saíram da folha de pagamentos da União por ato do Ministro do Planejamento. O problema na contratação desses servidores veio a público no ano de 1993, Governo do Presidente Itamar Franco. Portanto o nobre ex-senador, no mandato, durante os 8 anos de Fernando Henrique, com toda a força nos 12 doze anos de governo do PT, no qual mandou e desmandou, como Presidente do Senado da República e do Congresso Nacional, não resolveu o sofrimento dessas famílias. Fez o que faz a maioria dos políticos, alimentou falsas esperanças para receber os votos. Mas agora, mais de 20 anos depois, fora do mandato, visita o Amapá prometendo se empenhar em resolver o problema. Será? Assim também foi com a construção da ponte que ligaria o Laranjal do Jari a Monte Dourado no Pará. Em todas suas vindas, principalmente nas campanhas à reeleição, prometeu concluí-la. Não concluiu. Aquela ponte ainda é de muita importância para o Estado, pois ligaria o Amapá, por terra, ao resto do Brasil. Essa ligação traria o desenvolvimento, reduziria os custos de viagem e o custo de vida aqui, com a entrada de mercadorias que nos são tão caras, saída de nossos produtos, enfim, nos tiraria do isolamento em que vivemos, diante das duas únicas formas de transporte que nos é disponibilizados, água e voo.
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Servidores do ‘1050’: promotor culpa ex-presidente de não resolver situação dos trabalhadores. Servidores do ‘1050’: promotor culpa ex-presidente de não resolver situação dos trabalhadores. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on sexta-feira, setembro 18, 2015 Rating: 5

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