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Financiamento de campanha: senador foi o único tucuju a votar a favor das grandes empresas.

Dos três senadores do Amapá, Davi Alcolumbre votou a favor do financiamento de campanha eleitoral por empresas privadas; a campanha dele foi bancada por empreiteiras e bancos como a Norberto Odebrecht, ITAÚ e banco BRADESCO; Davi acompanhou Aécio Neves, José Serra e Ronaldo Caiado e mais 28 senadores; foram derrotados.


O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi o único senador amapaense que acompanhou o voto de Aécio Neves (PSDB-MG), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Serra (PSDB-SP) e mais 29 senadores que votaram a favor do financiamento de empresas privadas para campanha eleitoral. A votação aconteceu na noite desta quarta-feira, (2/09), no Senado Federal. Eles foram derrotados por 36 votos pelo ‘SIM’, a favor do projeto que proíbe o financiamento privado, incluindo os votos de Randolfe Rodrogues (PSOL-AP) e João Capiberibe (PSB-AP).

Davi teve a campanha ao senado financiado por grandes empresas, entre elas, a empreiteira Norberto Odebrecht, banco Bradesco, Banco Itaú. Os senadores do PSDB e do DEM votaram em peso a favor do financiamento eleitoral por empresas.

Como considerada parcela dos analistas políticos, juristas e a agora a maioria dos senadores afirmam que o financiamento privado de campanha está na raiz da corrupção no Brasil, Davi pode estar na contra-mão da moralização da política. As corporações “doadoras” cobram do político após ele ser eleito para que defenda interesses das grandes empresas no Congresso Nacional.

Nas atuais circunstâncias, próximo da corrupção generalizada, o político que defende o financiamento privado, pode ser considerado a favor da corrupção legalizada.

Há quem afirme que o senador amapaense, empresário de berço, ficou ao lado das grandes empresas e contra a população.

O novo texto, o qual deverá voltar para a Câmara dos deputados, estabelece a total proibição de doações de pessoas jurídicas e a permissão de que elas sejam feitas por pessoas físicas.

Veja a opinião do senador João Capiberibe na rede social Facebook, na manhã de hoje, sobre o tema.

Bom dia! Ontem avançamos a reforma política, por fim ao financiamento empresarial de campanha por 36 votos foi uma vitória, um passo adiante.  Empresa não faz doação de campanha, investe! E exige retorno com juros e correção, e o eleito coloca o mandato a serviço dos financiadores.  Dedico-me a atividade política, organizo o debate popular e defendo bandeiras republicanas, trabalho duro, chega a campanha, sou atropelado pelo poder econômico. É justo?  Por último, Lembro de um empreiteiro, cansado de intermediário, candidatou-se, gastou milhões, elegeu-se senador sem nunca ter posto os pés no Amapá.

E o que pensa o senador Randolfe Rodrigues, no vídeo abaixo.


Randolfe Rodrigues on Quarta, 2 de setembro de 2015

Veja abaixo como votou cada senador, aqueles que votaram ‘NÃO’ ao projeto que proibia o financiamento empresarial.




Última atualização em 03/09/2015, às 11:48..
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Financiamento de campanha: senador foi o único tucuju a votar a favor das grandes empresas. Financiamento de campanha: senador foi o único tucuju a votar a favor das grandes empresas. Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quinta-feira, setembro 03, 2015 Rating: 5

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