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Coluna Política

Coluna Política, com Renivaldo Costa -  17/07/2015.


Novo cenário.
Considerando que o PSDB só decide candidatura majoritária depois de ouvir Davi Alcolumbre e que o PPS não quer descolar de Clécio, dois nomes que despontam como pré-candidatos a prefeitura de Macapá não terão outra opção senão buscar outro ninho. Se Michel JK e Jorge Amanajás realmente consolidarem suas candidaturas, certamente não será por nenhum dos dois partidos.

Novo cenário II
Se não conseguirem novas legendas, a solução será buscar partidos como o PDT ou o PSC. No PSC, no entanto, ganha musculatura a candidatura de Pedro da Lua, que já disse que a coisa é séria.

PSOL
No PSOL cresce o nome do deputado Paulo Lemos como pré-candidato. O partido tem pesquisas de consumo interno onde o atual prefeito Clécio aparece em quarto e até quinto colocado, o que pode levar a buscar outra via. Lemos é um nome novo e tem feito um mandato exemplar. Pode ser a grande surpresa, caso seja realmente candidato.

PSB
No caso do PSB, nenhuma novidade. Sem nenhum nome com musculatura, os Capiberibe ensaiam jogar na fogueira Cristina Almeida ou Ruy Smith. Ruy diz que topa.

PDT
No PDT, Roberto Góes confessa aos mais próximos que quer continuar na Câmara Federal. Pelo menos, por enquanto. No entanto, seu nome aparece bem posicionado na disputa a Prefeitura da capital.

PSTU
O eterno candidato Genival Cruz é outro nome certo na disputa de 2016. No entanto, deve vir mais enfraquecido depois da tentativa frustrada de greve dos rodoviários, em junho deste ano. Seu principal palanque está fragilizado. Antes unanimidade na seara radical, já existe quem aponte o dedo e diga que Genival é também farinha do mesmo saco.

PR
Aline Gurgel bem que tenta emplacar novamente seu nome. Há quem diga que os Gurgel costuram a vice para a vereadora na chapa de Clécio. Se isso acontecer, ela corre o risco de ficar sem mandato.

FOLCLORE ELEITORAL
1989, o ano em que Marronzinho tentou ser presidente
Desde a redemocratização, só uma campanha para presidente foi mais acirrada que a 2014, em 1989. Nada menos que 22 candidatos participaram da disputa (23, se computado Silvio Santos). E Lula só chegou ao segundo turno contra Fernando Collor porque somou 0,6 ponto porcentual a mais do que Leonel Brizola.
Na minha modesta opinião, a maior lenda daquele pleito (repleto de lendas) foi José Alcides Marronzinho de Oliveira. Para quem não lembra, ou nem era vivo na época, o candidato do Partido Social Progressista (PSP), costumava aparecer amordaçado e se dizia como o único representante popular do pleito.
Em uma das memoráveis aparições, desafiou o então senador Fernando Henrique Cardoso para a porrada. Pode parecer piada, mas fez 238.425 votos (0,33% do total) e acabou em 13º lugar. Marronzinho nunca mais se candidatou. Anos após a eleição, foi preso por não pagar pensão alimentícia à ex-mulher.
Pelo que consta na internet, ainda vive em Osasco (SP) e se dedica a pregar o evangelho sob a alcunha de Jamo Little Brown.

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Coluna Política Coluna Política Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on sexta-feira, julho 17, 2015 Rating: 5

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