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Educação: promotor argumenta contradição entre discurso e prática na política do GEA

Facebook: promotor e ex-candidato ao senado, Moisés Rinaldi, revela contradições nas ações do governo de Waldez Góes.


A série de problemas enfrentados pelo governo pedetista em setores essenciais para a população - como o "caos" na saúde relatado pelo Instituto IJOMA, aqui; o crescimento da violência no Amapá revelando políticas inócuas de Segurança Pública, aqui; e as querelas judiciais em relação à Educação - podem ter provocado o promotor Moisés Rinaldi a apontar as contradições do governo Waldez nesta última área.

Moisés diz que o governo ao invés de priorizar os concursados, como foi prometido por Waldez Góes na campanha eleitoral, o governador prefere deixar que "milhares de professores aprovados em concursos públicos esperando serem chamados".

O promotor informa que são mais de 6 mil professores do concurso público de 2005 que não foram chamados pelo governo Waldez no seu segundo mandato (2006/2010). Nos anos anteriores a 2010, o Setentrião dera prioridade aos contratos administrativos em detrimento dos concursados. O que fez o Ministério Público Estadual (MPE) agir com a assinatura de três Termos de Ajustamento de Conduta (TAC). "Com a volta do Governador Waldez pensei que seria cumprido. Ainda existem professores aprovados no concurso de 2012 que também aguardam na fila para serem chamados. Daí a pergunta: por que contratos administrativos se se tem professores concursados para serem chamados?", questiona.

Leia.

Promotor Moises II

O Governo alardeia a seleção de curriculum para contratação de professores através de Contrato Administrativo. Sabe - se que existem milhares de professores aprovados em concursos públicos esperando serem chamados. São mais de mil somente do concurso de 2005 que não foram chamados pelo Governardor Waldez Goés, o que motivou a assinatura de três TAC - Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Publico e aquele Governo e um outro já com o novo Governo tendo a frente Camilo Capiberibe. Os três TAC ainda não foram cumpridos. Com a volta do Governador Waldez pensei que seria cumprido. Ainda existem professores aprovados no concurso de 2012 que também aguardam na fila para serem chamados. Daí a pergunta: por que contratos administrativos se se tem professores concursados para serem chamados? Faço esse questionamento público e o farei pessoalmente aos Colegas do Ministério Público da Cidadania e do Patrimônio Público. Espero respostas que convença o Cidadão comum. Esse negócio de contrato administrativo é inconstitucional, por isso ilegal, além de imoral, pois transforma o cidadão em escravo dos maus políticos.
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Educação: promotor argumenta contradição entre discurso e prática na política do GEA Educação: promotor argumenta contradição entre discurso e prática na política do GEA Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quarta-feira, abril 15, 2015 Rating: 5

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