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Coluna Política, com Renivaldo Costa

POLÍTICA COM RENIVALDO COSTA.


Já são 17

Fala-se em 17 pré-candidaturas a Prefeitura de Macapá. Mas não convém se assustar. Na eleição de 2014, eram 14 e só 6 se sustentaram na reta final. No final das contas, serão não mais que 5. Pode apostar...

Manobra

Uma denúncia logo vai desembarcar no Conselho Nacional do Ministério Público. Envolvem denúncias de posturas não muito republicanas de um promotor de justiça e uma rede de relações que incluem um senador da república, um prefeito e até um coronel de Polícia Militar. Gravações já circulam...

Esvaziado

Dorinaldo Malafaia foi o primeiro a abandonar o barco. Logo, logo Clécio e Randolfe também devem sair do Psol. Fabrício Furlan deve ser o próximo. Se restar alguém pra apagar a luz, esse deve ser Paulo Lemos, que tem feito um brilhante mandato.

PT

Reiteradamente enganado pelo PSB nos últimos pleitos, o PT não terá outra alternativa em 2018 a não ser apoiar o PDT ou vir com candidatura própria ao governo e ao Senado. O problema é que faltam nomes. O partido tem belos quadros pra proporcional, mas nenhum que vingue numa majoritária.

Projetos sociais

Depois de doar mais da metade do salário para projetos sociais da PM, o deputado Pedro da Lua apresentou requerimento solicitando uma audiência pública para que a sociedade conheça cada um dos projetos da polícia militar. Evento será dia 14 de maio.

“Militar sem farda”

É como está sendo chamado o deputado Da Lua nas redes sociais, especialmente nos grupos de watzap de membros da PM. Da Lua ganhou a simpatia da tropa e promete abraçar o legado de ser representante da corporação no parlamento, mesmo não sendo da “briosa”.

Dia seguinte à eleição

Essa aconteceu no Bailique. Com ou sem urna eletrônica, dizem que essas coisas sempre ocorreram e vão continuar a ocorrer. Como os eleitos são os mesmos de sempre, os mortos continuam a votar e nada acontece. A não ser a frustração dessa triste viúva.
No dia seguinte à eleição, a mulher foi ao cemitério. Chegando ao túmulo do falecido marido, ela falou muito irritada:
— Seu desgraçado, insensível, miserável. Você não tem mais a menor atenção comigo. Ontem você foi votar e não teve sequer a consideração de me procurar.

FOLCLORE POLÍTICO

Certo político ia andando pela rua, passou em frente a um banco e lembrou-se de que precisava de algum dinheiro. Entrou no banco e viu que estava sem a carteira, sem o cartão do banco, sem cheques e sem documentos. Mesmo assim foi falar com o gerente para ver se ele quebrava o galho.
— Bem, — disse o gerente — é difícil atender o seu pedido. Eu não conheço o senhor, o senhor não tem documentos. Agora, se o senhor provar quem é, talvez eu possa fazer alguma coisa.
— O que é que você está querendo dizer? Eu já fui um deputado muito atuante, hoje sou governador — falou o político com a peculiar arrogância.
— É o seguinte: um dia desses entrou aqui no banco o cantor Alceu Valença. Ele não tinha documentos, mas cantou um trecho de "Morena Tropicana". Com isto, ele comprovou a identidade dele e eu autorizei o saque. Outro dia, isso aconteceu com o Romário. Ele não tinha documentos, mas comprovou a identidade dele dando um show de bola. Entendeu.
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Coluna Política, com Renivaldo Costa Coluna Política, com Renivaldo Costa Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on segunda-feira, abril 20, 2015 Rating: 5

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