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Manipulação jornalística

A Gazeta: esquema na SEMAST “ desviou cerca de R$1,7 milhões do Bolsa Família”


Deformação 
O jornal A Gazeta parece não titubear quando se trata de maltratar o jornalismo para satisfazer grupos de poder. Sabiamente pode se perceber a que grupo político o jornal serve, por causa disso, há tempo vem praticando a deformação jornalística, se é que se pode dizer de algum fato jornalístico propagado pelo periódico, pelo menos em relação à questão política.

Desta vez, e mais uma vez, desinforma ao invés de informar. É fato que a operação da Polícia Federal(PF) no cadastro dos beneficiários do Programa Bolsa Família foi preventiva, pois nenhum recurso, segundo a PF, foi desviado. A própria nota da assessoria de imprensa da Instituição foi bem clara em relação às supostas irregularidade, veja aqui.

“Estima-se que cerca de oitocentas a mil famílias foram cadastradas de forma irregular no Programa Bolsa Família e que o prejuízo decorrente das fraudes ultrapasse o valor de um milhão e setecentos mil reais caso os benefícios não sejam suspensos. O pagamento dos benefícios ocorreria a partir de fevereiro de 2015.”, dizia a nota oficial sobre a “Operação Limos”.

Veja capa do jornal e as presumíveis estratégias de manipulação 
   
Secretária de Clécio usa delação premiada e "entrega" cabeças do esquema

A ex-secretária de Assistência Social da Prefeitura de Macapá fez um acordo de delação premiada com a Polícia Federal e contou como funcionava o mega esquema montado na PMM e que fraudou entre 800 e 1.000 cadastros do Bolsa Família.

A ex-secretária de Ação Social e Trabalho da Prefeitura de Macapá,
Eliane Gonçalves, liberada da penitenciária pela Polícia Federal no fim de semana, fez um acordo de delação premiada, segundo apurou a reportagem.

No acordo, Eliane teria revelado os detalhes do esquema criminoso que fraudou o programa Bolsa Família, do Governo Federal. Ela pode ter entregue quais seriam os verdadeiros beneficiados com a inclusão de 800 a 1.000 novas famílias no programa de transferência de renda.

A Superintendência de Polícia Federal no Amapá deflagrou na semana
passada a “Operação Limos”, que teve como objetivo desarticular o que define como uma "organização criminosa" que fraudava o cadastro de benefícios do Bolsa Família.

O nome da operação é uma referência satírica ao personagem da mitologia grega “Limos”, espírito que personificava à fome, sendo que o Programa Bolsa Família faz parte das ações do Governo Federal de combate à fome e à miséria.

O ESQUEMA

Segundo a Polícia Federal, o esquema criminoso consistia no direcionamento de pessoas por meio da distribuição de bilhetinhos com carimbos e assinaturas dos integrantes quadrilha e esses “documentos” funcionavam como “senhas” para que “certas” pessoas (famílias) fossem cadastradas e, posteriormente, inseridas no sistema do Programa BolsaFamília em Macapá de forma indevida e/ou ilegal", diz a denúncia.

Com os "carimbos/senhas” em mãos as pessoas escolhidas eram direcionadaspara os órgãos de atendimentos, sem, contudo, passar por qualquer espécie de fiscalização ou controle, conforme determinado por lei, bem como eram dispensadas dos preenchimentos dos formulários obrigatórios estabelecidos pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Ainda segundo a PF, a investigação teve início em outubro de 2014 e
identificou como autores das fraudes 7 servidores públicos do município de Macapá, além de duas secretárias municipais da gestão da atual de Clécio Luís. A partir do depoimento de Eliane onçalves, a PF já sabe quem mandava as scretárias agirem contra a Lei.

Estima-se que cerca de 800 a 1.000 famílias foram cadastradas de formairregular no Programa Bolsa Família e que o prejuízo decorrente das fraudes ultrapasse o valor de R$ 1,7 milhão. O pagamento dos benefícios ocorreria a partir de fevereiro de 2015, segundo o prefeito Clécio, mas a Controladoria-Geral da União garante que muitos usuários da fraude estão recebendo desde agorso passado.

Os envolvidos nas fraudes respondem pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações, estelionato contra entre público federal, falsificação de documento público, falsidade ideológica, peculato, organização criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa e prevaricação. As penas podem chegar a 66 anos de prisão. (CleberBarbosa/http://amapaempaz.blogspot.com)

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Manipulação jornalística Manipulação jornalística Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on terça-feira, janeiro 27, 2015 Rating: 5

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