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Coluna

Coluna do Marco Zero - 31/01/2015

Acordo

Há quem acredite em “acordo político”, mas como ter esperança de que algo possa se sustentar neste tema tão dinâmico quanto bem metaforizado por Magalhães Pinto, quando disse que política é como nuvem, você olha e ela está de um jeito, olha novamente, segundos depois, e ela já mudou. Foi dito!

Acordo 2

Na eleição de 1994, houve um acordo entre o presidente, na época, Itamar Franco e o então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso: em troca do apoio do presidente ao Ministro, FHC deveria apoiar Itamar 4(quatro) anos depois na eleição presidencial de 1998. Porém, no final das contas, FHC deu um “pé na bunda” de Itamar, comprando até parlamentares para aprovação do instituto da reeleição. O mineiro morreu desgostoso com FHC. De boas intenções e acordos políticos o inferno deve estar cheio! Aprenda!

Acordo 3

Acordo entre o senador eleito Davi Alcolumbre(DEM) e Clécio(PSOL):  aquele apoia este, na eleição de 2016, para este apoiar aquele na eleição para o governo do estado, em 2018. Isso se os interesses não mudarem e tudo sair como está no script!

Acordo 4

Há uma família no Amapá que – talvez por não ter nenhum meio de comunicação (rádio ou tv) - em época de alianças pré-eleitoral é acusada por adversários de “não cumprir acordo político”. Há tantos que choram por não cumprir a palavra quando a luta é pelo poder, tanto no espectro da direita quanto no da esquerda. É assim.

Prefeiturável 1

De acordo com pesquisa suspeita que chega a esta coluna, o empresário Davi Alcolumbre(DEM) está bem posicionado, na cabeça da lista para assumir o palácio Laurindo Banha, em 2016. “Acordos foram feitos para serem quebrados”, diz o dito popular - pelo menos na política geralmente é assim.

Prefeituráveis 2

Nome que estão sendo ventilados nos bastidores dos partidos para eleição à Prefeitura de Macapá ano que vem. Acordo de Jorge Amanajás (PPS) com Waldez poder ser quebrado com a insistência do deputado eleito Roberto Góes(PDT); No PSB, o socialista Rui Smith deverá ser a bola da vez; o nome certo por enquanto é o de Clécio(PSOL); Davi diz que não quebra acordo, mas como em política, acordo foi feito para ser quebrado...

Pressão

Há quem afirme que houve pressão dos aliados do projeto político que venceu eleição no ano passado para que o governador criasse cargos no gabinete civil com valor acima dos R$12 mil. Um desses “parceiros” seria o nome do conceituado e respeitado poeta, Fernando Canto, que poderá ocupar uma vaga na Secretária de Cultura. Com os quase R$18 mil de salários na Unifap somados aos R$12 mil de CDS-4, o poeta amapaense pode equiparar seus vencimentos ao salário do governador, R$30 mil.

Eleição no senado

O senador Randolfe Rodrigues do PSOL e o João Capiberibe do PSB trabalham intensivamente para evitar a reeleição do peemedebista Renan Calheiros. Nas contas de Capiberibe, dá sim para o senador Luis Henrique vencer Calheiros. Na contabilidade do socialista, do PMDB vem  4 votos, do  PT vem mais 4; do DEM 5; PSDB 11, PDT 6, PP 4,  PSOL 1,  PPS 1, PTB 1, PR 1.  O PSB decide hoje, e pode somais 6 votos. O vencedor precisa de 41 votos.

Rede social versus aumento salarial

Houve um tempo no Amapá que se cometia imoralidades sem nenhuma crítica nos meios de comunicação, ninguém ficava sabendo, portanto. Hoje as redes sociais, Facebook e twitter, pautam a imprensa tucuju. Pois quem diria que secretário de governo viesse a público ou soltasse nota justificando uma ação governamental em decorrência do que foi tão difundida nas redes sociais  - o aumento salarial do governador, acima dos R$30 mil/mês. A grande rede mostra seu poder!

Mandato

Ex-prefeito Roberto Góes (PDT) volta a ter mandato eletivo com a posse de deputado federal neste domingo. Góes trabalha apoios na bancada do partido para a escolha do seu nome como o vice-líder do PDT na Câmara Federal. Para quem conseguiu elevado cargo na CBF, não será difícil para o pedetista.

Inconstitucionalidade

Há quem veja inconstitucionalidade na lei que aumenta o salário do alto escalão do Governo do Estado. No portal da ALAP, o projeto de lei foi protocolado em 31/12/2014 na Assembleia, contrariando o artigo 117 da Constituição do Estado do Amapá. O referido artigo estabelece que a referida lei deva ser aprovada e publicada antes da eleição da mesa, o que ainda não ocorreu.

É o que há.


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Coluna Coluna Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on sábado, janeiro 31, 2015 Rating: 5

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