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Sobre a suposta traição ao PT

Na política o direito de espernear tem limite

Ao que parece, não houve traição. Isso é coisa da oposição e de quem talvez não compreenda a política como ela é.

Senão, vejamos a hipotética.

Se todos os eleitores do Camilo Capiberibe (27,53%) votassem na Dora Nascimento somados a todos os eleitores que votaram na Dora Nascimento (10,71%) daria 38,44% frente aos 36% de Davi Alcolumbre. Certo? Porém...

Porém, na política isto não seria lógico, mas ilógico, porque não existe 100% de um votar (inteiramente) no outro.

Têm mais.

Milhares votaram casado, ou seja, que sufragaram na urna Camilo e Dora; e outros, Camilo ou Dora. É ridículo, portanto, comparar à traição.

Isto só serve para quem provavelmente não sabe fazer política ou para quem aja de má fé servindo como ‘bucha de canhão’ para a oposição colocar lenha na fogueira.

Pode estar certo quem proferiu em uma rede social. “Nem o voto do Papa salvaria a petista da derrota”.

Lamentar faz parte do jogo eleitoral. No entanto, na política o direito de espernear tem limite.

Veja o argumento da Alcilene Cavalcante, pode ficar mais claro..

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Sobre a suposta traição ao PT Sobre a suposta traição ao PT Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quarta-feira, outubro 08, 2014 Rating: 5

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