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Opinião

O palhaço e o jacamim republicano - por João Silva

Segundo o ex-senador Gilvan Borges, candidato ao Senado pelo PMDB, o ex-prefeito, ex-governador João Capiberibe é o Jacamim I, e o seu filho, atual governador do Estado, Camilo Capiberibe, é o Jacamim II.

O Jacamim ou Jacami é uma ave psifiídea que tem como hábito criar filhos de outros pássaros, registra o moderno dicionário Aurélio.

Mais festejado como galhofeiro que como político, Gilvan quer dizer com isso que João Capiberibe se limitou a terminar obras do seu antecessor, que não fizera obras quando governador, e Camilo também, o que é uma deslavada mentira.

Esculhamba, e manda os formadores de opinião das suas emissoras de rádio e televisão esculhambarem pai e filho, tudo porque decidiram terminar obras dos seus antecessores, algo muito raro em nosso País, onde velhas raposas como o Gilvan preferem relegá-las ao abandono, transferindo à sociedade os prejuízos causados por maus gestores públicos.

Veja então como funciona a mente de um sujeito que aposta na mentira, na desinformação, na ignorância das pessoas e usa o rádio e a televisão, não para fazer rádio e televisão, mas para desinformar, para induzir os menos esclarecidos a enxergar um crime numa atitude republicana.

No caso do atual governo, é ultrajante, porque as obras terminadas por Camilo não foram concluídas por causa dos desmandos, da corrupção desbragada, das negociatas, dos crimes que inspiraram a Operação Mãos Limpas, e tornaram o Estado sem credibilidade diante dos órgãos de fiscalização e controle, junto ao Governo Federal e o BNDES.

Dezenas de obras foram abandonadas por Waldez Goés e Pedro Paulo Dias que foram levados pra Papuda, escolas foram colocadas no chão, as empresas que não receberam o que o governo lhe devia largaram os canteiros e foram embora, caso da empresa que tocava a revitalização do canal da Mendonça Junior, mas poderia citar também a Tancredo Neves, uma daquelas que o atual governo concluiu.

Gilvan Borges é mentiroso compulsivo, acredita piamente na galhofa, na mentira, na difamação dos seus adversários tanto quanto na anexação da Goiana Francesa e no fim do exame de ordem da OAB, os dois únicos e malfadados projetos da sua atuação parlamentar. Vive dizendo que seu gabinete, caso seja eleito, voltará a ser a embaixada do Amapá em Brasília, o que nunca foi.

Enquanto esteve lá quem mandou no seu gabinete foi José Sarney, que fez a nomeação de uma família inteira de Brasília, os Aquino, mais de oito; de conhecidos mesmo só duas nomeações, e isso pra não trabalharem: a mãe e a mulher, uma por que pariu o galhofeiro, outra porque dormia com ele.

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Opinião Opinião Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quinta-feira, setembro 18, 2014 Rating: 5

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