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Governo do Amapá reduziu corrupção no serviço público, afirma Revista Veja

Camilo Capiberibe criou mecanismos de combate à corrupção revertendo a triste realidade vivida no passado, onde operações da Polícia Federal eram constantes no Amapá

Adicionar Governo do Amapá reduziu a corrupção em todos os setores do Estado - reprodução

A transparência, considerada uma das marcas do governo do PSB, teve destaque na edição desta semana da Revista Veja, que abordou o tema corrupção no serviço público, dando destaque para o Amapá, Alagoas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima ao publicar matéria sobre a terceira edição do Ranking de Gestão dos Estados.

“Em três anos e meio nenhum secretário do nosso governo foi preso, nenhuma operação da Polícia Federal foi realizada tendo como foco nossa administração e isso é resultado da transparência com que executamos as atividades públicas, principalmente no que se refere à licitação”, comentou o candidato à reeleição Camilo Capiberibe.

Camilo 40 lamentou que a notícia não chegue à população . “Deveríamos nos orgulhar de ser citados como um Estado honesto, que aplica de forma correta o dinheiro público, mas isso, parte da imprensa não divulga”, diz Camilo.

O governador afirma ainda que este resultado também tem relação direta com os instrumentos criados pelo Estado no combate à corrupção, como o Portal da Transparência, a criação do Núcleo de Repressão à Corrupção e Combate ao Crime Organizado, além da junção da Auditória e Ouvidoria, que foram transformadas em Controladoria Geral do Estado.

“Além disso, antes de serem homologadas, todas as nossas licitações passam por análises rigorosas da Procuradoria Geral do Estado, dando ainda mais segurança para todos os processos”, afirma Camilo.

No que se refere à corrupção, só para se ter uma ideia, de 2003 a 2010, foram realizadas no Amapá, nove grandes operações da Polícia Federal. A última, chamada de operação Mãos Limpas, resultou na prisão das maiores autoridades do Estado, como o então governador Pedro Paulo e ex-governador Waldez Góes, deputados, conselheiro do Tribunal de Contas e empresário.

Confira algumas das operações e seus efeitos aos cofres públicos
Operação Pororoca (2004) – 25 pessoas foram presas no Amapá, Minas Gerais, Pará e Distrito Federal, acusadas de participar de uma quadrilha que fraudava licitações. A quadrilha fraudou licitações de pelo menos 17 grandes obras públicas no Amapá, que juntas totalizam R$ 103 milhões, segundo as investigações conduzidas pela Operação Pororoca.

Operação Sanguessuga (2006) – A operação foi realizada pela Polícia Federal no dia 04 de maio com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na prática de crimes contra a ordem tributária e fraudes em licitações na área da saúde. Segundo a Polícia Federal, a organização negociou o fornecimento de mais de mil ambulâncias em todo o País. A movimentação financeira total do esquema seria de cerca de R$ 110 milhões.

Operação Antídoto I e II (2007) – Objetivo foi desmantelar uma quadrilha que fraudava licitações para aquisição de medicamentos. De acordo com a Federal, vários empresários do ramo de medicamentos foram beneficiados pelo governo do Amapá durante os anos de 2006 e 2007 ao fornecerem remédios ao estado sem a existência de licitação regular. Descobriu-se que os empresários, em regra, não entregavam todos os medicamentos que estavam obrigados em razão dos contratos.

Operação Exérese (2009) – Policia Federal desmontou esquema de fraudes de licitações na Secretaria de Educação do Amapá. Foram presas 10 pessoas e cumpridos 12 mandados de busca e apreensão. Mais de 200 R$ milhões desviados, segundo apurou a Polícia Federal.

Mãos Limpas (2010) – A PF prendeu na Operação Mãos Limpas 18 pessoas, entre as quais o Governador do Estado do Amapá, Pedro Paulo (PP), o ex-governador Waldez Góes (PDT), a ex-primeira dama Marília Góes (PDT) hoje Deputada Estadual, Secretários do GEA, o Presidente do Tribunal do Contas do Estado, Júlio Miranda, entre outros supostamente envolvidos no desvio de recursos do Estado e da União segundo as investigações realizada pela Policia Federal. Em desdobramento dessa operação também foi preso o Prefeito da Capital Roberto Góes (PDT). O desvio de recursos, de acordo com a Polícia Federal, foi acima de R$ 1 bilhão.

No entanto, no total, incluindo as ações que não tiveram relação direta com o governo, a Polícia Federal no período de 2003 a 2010 realizou 28 operações no Amapá, envolvendo crimes contra a administração e o patrimônio público, contra a ordem econômica, tráfico de drogas, contra o meio ambiente, e muitos outros.
(ASCOM/40)
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Governo do Amapá reduziu corrupção no serviço público, afirma Revista Veja Governo do Amapá reduziu corrupção no serviço público, afirma Revista Veja Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on terça-feira, agosto 05, 2014 Rating: 5

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