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Economia amapaense vai bem, obrigado!

Economista desmonta a principal crítica da oposição ao governo Camilo: a de que “não circula dinheiro no Amapá”

Comparação entre os investimentos dos 8 anos do governo Waldez Góes com o 3 anos de governo Camilo - Fonte-> SEINF
Os candidatos, fiéis aos interesses obscuros do oligarca maranhense, veem cair por terra uma das principais críticas tecidas ao governo Camilo - aquela que jorra de línguas amargas - a verborreia habitual: de que “não circula dinheiro no Amapá”.

Para obter êxito numa eleição, um dos principais quesitos que podem ajudar ou piorar, ou ainda, comprometer um candidato, diz respeito à economia. Se a economia vai bem, o candidato responsável por ela pode colher os louros da vitória refletidos na decisão do eleitor; caso contrário – se a economia vai mal – dificilmente consegue se (re)eleger. Talvez aí, resida o medo e a preocupação dos adversários do governador Camilo Capiberibe, que tentam a todo custo (midiático) insultar a mente das pessoas mais espertas, com a ideia de que a economia do Amapá está em frangalhos. Porque basta olhar em sua volta para perceber os grandes empreendimentos no Estado.

Recentemente, o economista Charles Chelala, demonstra que não passam de suposições políticas ou como escreve, não passa de “mito da desaparição do dinheiro” propalada aos quatro cantos pela oposição midiática ao governo Camilo. Chelala lança luz sobre os fatos com argumentos balizados pelos dados da economia local em comparação com a economia nacional.

“O IBGE realiza a pesquisa mensal do comércio, que investiga todas as empresas do ramo com mais de vinte empregados. Nesta pesquisa, o comércio do Amapá apresenta um crescimento nas receitas de 14,3% acumulados neste ano de 2014 (janeiro a junho), o terceiro melhor do país cuja média foi de 10,5% no mesmo período.”

E tem mais, o economista revela que a evolução dos empregos com carteira assinada, demonstrada pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) aponta que o Amapá criou em torno de quatro mil novos empregos por ano, desde 2011, o que perfaz uma média anual acima de 8% no crescimento do emprego formal no Estado. Para efeito de comparação, o Brasil gerou apenas a metade disso (4,2%) em média nos últimos três anos.

Além disso, Chelala situa a forte presença dos investimentos do governo na infraestrutura.  “Como 48% da renda criada no Amapá vem do setor público, temos que analisar também o comportamento do investimento governamental, que possui um considerável efeito multiplicador na economia. Pesquisando nos Balanços Gerais do Estado, constata-se que nos últimos três anos foi investido, um pouco mais de um bilhão de reais, crescimento significativo em relação ao triênio anterior, cuja somatória não chegou a 300 milhões. Só para efeito de ilustração, neste momento estão em obras (ou prontas para iniciar) aproximadamente cinco mil unidades residenciais em Macapá nos conjuntos residenciais Macapaba, São José e Jardim Açucena.”

Para o eleitor que é mais desapegado aos números, no entanto, afirma que há elementos evidentes a olho nu. Destaca as dezenas de novos edifícios e de loteamentos aquecendo a construção civil e o mercado imobiliário no Estado; o agronegócio, com crescimento exponencial na produção de grãos no cerrado amapaense e, novamente, o comércio com empreendimentos de porte recém-inaugurados e pelo menos quatro outros grandes centros comerciais em obra e prestes a abrirem suas portas. Reitera: “ora, o empresário não investiria assim se houvesse a suposta ‘redução na circulação de dinheiro’”.

Resumo da ópera: para o eleitor saber a verdade sobre o provável “caos da economia do Amapá”, basta lançar o olhar para diversos projetos que estão sendo instalados no Estado. Investimentos privados como: Shoppings (Amapá Garden e reconstrução do Amapá Shopping), lojas de departamentos, construção de novos supermercados Santa Lúcia, Fortaleza, construção de condomínios nos quatro cantos da cidade, edifícios, usinas hidroelétricas; para comprovar que os adversários do governo podem estar faltando com a verdade com o objetivo de desfocar os fatos; pois diante desta nova realidade eles, provavelmente, não têm a mínima chance de derrotar o que faz bem para o Amapá.
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Economia amapaense vai bem, obrigado! Economia amapaense vai bem, obrigado! Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on segunda-feira, agosto 25, 2014 Rating: 5

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