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“Caixa dois”

Alguns partidos fora do Amapá reclamam da falta de estrutura para decolar na campanha eleitoral

Mala "caixa dois" - reprodução
Depois do que aconteceu com importantes lideranças do Partido dos Trabalhadores (diferente da sorte das do PSDB de Minas Gerais) no caso do “mensalão”, que teve alguns dos seus principais quadros políticos condenados por corrupção pela Suprema Corte, alguns partidos podem estar abandonando ou amenizando a nefasta prática do “caixa dois” - recursos financeiros  oriundos geralmente de empresas privadas e públicas para financiamento ilegal de campanha- ao atuarem com certa cautela em relação à prática ilícita.

Há um certo “chororo” entre alguns comitês eleitorais com reclamações dos aliados do Partido dos Trabalhadores (PT), principalmente nos estados onde os petistas governam. A reclamação é a de que o partido não disponibiliza recursos financeiros para infraestrutura de campanha.

Já que no Brasil afora as consequências do chamado “mensalão” fazem suas “vítimas”, pode-se imaginar então o que têm provocado no Amapá, ainda mais depois de anos da política clientelista dos que governaram o estado na década passada, dominado pelo “caixa dois”.

Como o combate à corrupção foi prioridade desde 2011, deve ser natural, portanto, que algum candidato reclame de estar sendo “preterido” do processo eleitoral. Julgando pela postura do atual governo (que foi eleito para combater a corrupção que gravitava em torno do “caixa dois”), crê-se na lisura deste pleito.
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“Caixa dois” “Caixa dois” Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quarta-feira, agosto 20, 2014 Rating: 5

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