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O dia em que os “jornalistas” de Gilvam Borges foram desmascarados ao vivo na TV

Mentiras na TV: Ruy Smith acerta um cruzado de esquerda e desmascara jornalistas da TV Tucuju

Ilustração - veja vídeo no final do post 
Com aproximação das eleições de outubro, não só os veículos de comunicação do ex-senador tapetão Gilvam Borges, mas também a TV Amapá (que já teve jornalistas pagos “por fora” durante o governo de Waldez Góes), se arvoram cada vez mais com falácias diariamente contra os adversários políticos do grupo midiático. Todo o santo dia o programa “O Estado é Notícia” mente descaradamente e desbragadamente na maioria das “reporcagens” que têm como foco as várias ações do Governo. Tentam de toda forma esconder o processo de reconstrução do Estado, que têm dezenas de obras espalhadas por todo o Amapá.

Todos os programas de rádios e tvs do consórcio Beija Flor de Comunicação, sob as ordens de Gilvam Borges, tece críticas infundadas e falaciosas,  principalmente em relação ao candidato da Frente Popular, Camilo Capiberibe, porque Gilvam faz parte da aliança entre o PMDB, de Sarney, e o PDT, de Waldez Góes e provavelmente por isso esses meios de comunicação omitem ou escondem a comparação entre os oito anos de governo PDT/PMDB e os três anos e meio de mandado do governo PSB/PT.

A rede de mentiras afronta a Constituição Federal, na qual versa que os meios de comunicação não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio, caso que faz dos meios de factoides desafiarem a Justiça Eleitoral todos os dias quando entram em rede dezenas de rádios comunitárias do interior, juntamente com a TV Tucuju que tem o programa O Estado é Notícia.

Aqui relembra-se a coragem do socialista Rui Smith, que encarou (cara a cara) seus detratores do programa político “O Estado é Notícia”, no momento em que mentiras eram ditas na maior cara de pau.

O destaque nesse episódio foi a lamentável infâmia do jornalista. “... o direito de resposta o senhor pode pedir pra emissora e nós podemos conceder ou não ...e o senhor pode ir buscar na via judicial... se o senhor quiser o direito de resposta o senhor vai na Justiça...”. Este fato faz remontar os anos turbulentos da pré- Revolução Francesa quando não havia distinção entre dinheiro público e privado e era a elite quem usufruía dos recursos do povo. Os nobres esbanjavam uma arrogância sem tamanho: “O Estado sou eu”, vociferava Luis XVI.

Como se viu, o empregado (pseudo jornalista) fala como se o meio de comunicação fosse privado, embora os equipamentos sim, mas o canal (meio) pertence ao povo. A Constituição Federal assegura que os meios por onde trafegam as informações, por lei indiscutível, são do Estado, ou seja, o povo é o verdadeiro dono do meio de comunicação, porque os meios (espaços) por onde as ondas eletromagnéticas trafegam são da União, que outorga através de concessão por tempo determinado.

A campanha de difamação e calúnia está apenas começando e, antes que seja tarde, espera-se que a Justiça Eleitoral siga as prerrogativas e cumpra com o dever de resguardar e proteger a sociedade do grupo que - de toda sorte e modos repugnantes - tenta retomar o poder.

Veja abaixo vídeo histórico em que Ruy Smith desmascara Jornalistas da TV Tucujú ao vivo.
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O dia em que os “jornalistas” de Gilvam Borges foram desmascarados ao vivo na TV O dia em que os “jornalistas” de Gilvam Borges foram desmascarados ao vivo na TV Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on quarta-feira, julho 23, 2014 Rating: 5

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