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Aliado de GIlvam Borges e Sarney continua preso

Superintendente da Funasa, Roberto Galvão, segue preso em regime domiciliar

É falsa a notícia da revogação da prisão temporária do superintendente da Funasa no Amapá, Sr. José Roberto Galvão, baseada em uma suposta fragilidade das provas obtidas contra ele, pela Polícia Federal, durante a fase investigativa da operação Citrus,. Na verdade, Galvão teve a sua Prisão Temporária convertida em Prisão Domiciliar em função da sua condição desfavorável de saúde, como informa uma nota de esclarecimento da Polícia Federal (PF).



(Redação e Ascom/PF via MZ Portal)

José Roberto Galvão foi preso no sábado, 23, foi preso pela PF em cumprimento ao Mandado de Prisão Domiciliar, expedido pelo Exmo. Juízo Federal da Subseção Judiciária de Laranjal do Jari/AP acusado de envolvimento no desvio de dinheiro da Funasa em obras realizadas nos municípios de Laranjal do Jari e Oiapoque.

Veja a nota:

SUPERINTENDÊNCIA DA POLÍCIA FEDERAL NO ESTADO DO AMAPÁ
GABINETE DO SUPERINTENDENTE REGIONAL
Macapá/AP, 24 de novembro de 2013

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Macapá/AP – A notícia da revogação da prisão temporária do Sr. JOSÉ ROBERTO GALVÃO, baseada em uma suposta fragilidade das provas obtidas contra ele, pela Polícia Federal, durante a fase investigativa da operação CITRUS, é FALSA. Na verdade, em razão de sua condição de saúde desfavorável, sua Prisão Temporária foi convertida em PRISÃO DOMICILIAR.

Na noite do dia 23/11/2013 (sábado), o MANDADO DE PRISÃO DOMICILIAR, expedido pelo Exmo.º Juízo Federal da Subseção Judiciária de Laranjal do Jari/AP, em desfavor do Sr. JOSÉ ROBERTO GALVÃO, foi cumprido pela Polícia Federal.

Entenda o caso:

A Polícia Federal deflagrou na manhã de sexta-feira, 22, a Operação Citrus, para combater um esquema criminoso responsável pelo desvio de recursos públicos na Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). A operação, que contou com o apoio do Ministério Público Federal, foi deflagrada em cinco estados brasileiros.

Cerca de 120 policiais federais dão cumprimento a 12 mandados de prisão temporária, 7 conduções coercitivas e 19 mandados de busca e apreensão nos estados do Amapá, Tocantins, Minas Gerais, Pará e no Distrito Federal.

A investigação, iniciada há cinco meses, apurou o desvio de recursos públicos destinados à construção de sistemas de abastecimento de água, nos municípios de Laranjal do Jari-AP e Oiapoque-AP, e foi subsidiada por relatórios de inspeção das obras realizados pela Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Amapá. Os valores dos convênios investigados totalizam cerca de R$ 45 milhões.

O esquema criminoso contou com participação de servidores vinculados às Prefeituras, à FUNASA-AP e à empresa responsável pela supervisão da execução dos empreendimentos (composta por "laranjas" em seu quadro societário) que deveriam fiscalizar as obras. Essa empresa, responsável pela supervisão de obras de saneamento básico nos estados do Amapá, Tocantins e Rondônia, fora contratada pela Presidência da FUNASA por mais de R$ 7 milhões.

O montante total desviado corresponde aos recursos pagos pelas Prefeituras de Laranjal do Jari-AP e Oiapoque-AP à empresa executora da obra sem a correspondente contraprestação dos serviços de engenharia contratados. Entre os responsáveis pelas execuções fraudulentas das obras estão políticos, empresários da construção civil, engenheiros e servidores públicos.

Os acusados responderão pelos crimes de peculato, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e o Art 1º do Decreto 201 (dispõe sobre a Responsabilidade dos Prefeitos e Vereadores).

Segundo a PF, a escolha do nome Citrus deu-se em razão da cidade de Laranjal do Jari (Citrus = Laranja), local da primeira obra investigada.

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Aliado de GIlvam Borges e Sarney continua preso Aliado de GIlvam Borges e Sarney continua preso Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on segunda-feira, novembro 25, 2013 Rating: 5

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