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Eleição sem adversário

Grupo liderado por PSB/PSOL/PT não possuem adversários para as eleições de 214

O momento político no Amapá se apresenta como uma fotografia nunca vista – uma imagem ímpar; inédita: O governador não tem adversários para as eleições do ano que vem, em 2014.

A considerar que o governo do PSB, que transita por diversos grupos políticos com facilidade, dentre eles, os da Assembleia Legislativa e prefeitura de Macapá, dificilmente terá um adversário que venha para o embate para perder.

O momento é inusitado porque a “velha guarda” representada nas imagens de Waldez Góes, Gilvam Borges, Jorge Amanajás, Lucas Barreto, etc, foram derrotados pelas duas forças políticas que se consolidam tanto no Governo quanto na Prefeitura. E nenhum daqueles vem para o embate para perder mais uma.

Figuras repetidas do imaginário popular que, aliás, alguns deles foram presos em 2010, não tem como vender uma esperança de futuro para um eleitorado exigente, tanto por causa de suas películas históricas depreciativas à população, quanto por causa da boa administração da gestão do PSB a frente das ações de politicas públicas do Governo do Estado.

Conselho se fosse bom não seria gratuito. Esses grupos que por hora se apresentam como uma possível oposição ao PSB/PSOL/PT deveriam lançar uma liderança emergente, se existir; sangue quente e novo, que entre na disputar para marcar terreno, ou seja, que se coloque, sobretudo, para perder. Posteriormente, faça uma marcante oposição aos anos do governo do PSB que ainda deverão vir; a vislumbrar 2018 como uma alternativa viável. Desta forma há possibilidade remota  para que a extinta “harmonia” retome o poder em 2018.

A tese é reforçada pela possibilidade da forte aliança em 2014 entre PSB/PSOL/PT, acomodada pela indicação de um vice na chapa de Camilo indicada por Randolfe e Clécio, este vice presumivelmente poderá ser o governador em 2018, pavimentando, assim, a candidatura de Randolfe ao governo do Estado. Por hora, o PT entra com a indicação da candidatura ao Senado da República, possivelmente a do professor Marcos Roberto.

Dessa forma, quem se atreverá a queimar o filme fotográfico dessa fortíssima aliança nas eleições do ano que vem?
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Eleição sem adversário Eleição sem adversário Reviewed by Nezimar Borges/ Ana Maria Marat on segunda-feira, abril 01, 2013 Rating: 5

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